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 Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana

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Thomás Ribeiro
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MensajeTema: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Mar Mar 14, 2017 8:33 am

Nueva en la colección!
Sigue la descripcion de la subasta del renombrado Daniel Frank Sedwick y tambiém una publicación muy interessante, en portugués, hecha por la Sociedade Paranaense de Numismática, de Brasil, explicando las razones para la creación de la nueva moneda potosina. Vale la lectura!

Potosi, Bolivia, cob 8 reales, 1652E Transitional Type IV/A, subtype with A/F to left of shield. S-P37; KM-A20.4; CT-432. 15.34 grams. Small flan due to heavy corrosion resulting in peripheral loss, still with decent details (enough to attribute the variety), clear date and bold A/F, toned in crevices. Dot variety: Mastalir IV.1-A.bb2. Recovered from: Capitana, sunk in 1654 off Chanduy, Ecuador



Tal pieza és de gran importancia numismatica, pues es una pieza transicional, con un "design" único del año 1652.
Sigue abajo el texto:

Quem é numismata, daqueles que tem especial interesse nas bases dos recunhos dos nossos 960 Réis, que tenha aproximadamente 50 anos de idade e gosta de cinema, deve lembrar-se dos memoráveis filmes de piratas, em sua grande maioria, filmados no Mar do Caribe e suas adjacências. E não é por menos: através de frotas com dezenas de galeões abarrotados, os tesouros do Novo Mundo partiam do Panamá pelo Mar do Caribe e atravessavam o Oceano Atlântico em direção à Península Ibérica, de onde circulavam pelo globo em quantidades inacreditáveis. Essas frotas milionárias eram o alvo predileto de pilhagens por piratas, corsários e bucaneiros privados ou a soldo de nações rivais como a Inglaterra, França, Holanda e até mesmo, de Portugal. Até os dias de hoje, o sonho de qualquer mergulhador ainda é o de encontrar um galeão naufragado, com arcas repletas de moedas! Apesar disso, tanto o Rei espanhol Felipe II (1556-1598) como seus sucessores, Felipe III (1598-1621) e Felipe IV (1621-1665) viveram em guerra permanente contra as nações inimigas e em débito com as casas bancárias européias e a população em geral! As riquezas das Américas apenas passavam pelas mãos espanholas, indo para os cofres das potências bancárias européias como a Holanda, que mantinha forte comércio com o Extremo Oriente, onde os então chamados ?trade dollars?, iam parar nas mãos dos mercadores chineses. Porém, por volta de 1640, esses mercadores chineses começaram a recusar as peças de prata espanholas, alegando que estavam com o peso e a lei menor do que valiam. Evitando perder a aceitação mundial de sua adorada moeda, a coroa espanhola iniciou uma devassa em suas colônias no Novo Mundo e descobriu anos de fraudes e abusos na Casa Real de Moeda de Potosi, hoje parte do território boliviano, que naquela época pertencia ao Vice-Reino do Peru.

Peru e Potosi eram nomes que andavam na boca de todos os aventureiros europeus, incandescendo-lhes a mente. Depois de pilhar o ouro dos Incas no Peru e dos Astecas no México, os conquistadores espanhóis descobriram por engano, em 1544, uma montanha inteira fabulosamente rica em prata no altiplano da Bolívia: Cerro Rico de Potosi, uma maravilha da natureza e um verdadeiro milagre para os já combalidos cofres reais espanhóis! Situada na Cordilheira dos Andes, a 4.824 metros de altitude, extraíram mais de 70.000 toneladas de prata durante quase 400 anos! Em valores atuais, mais de dois bilhões e meio de dólares em prata! Aproximadamente 1 milhão de escravos índios e negros morreram na extração e processamento ao longo dos quase 300 anos de dominação colonial espanhola. Vapores de mercúrio e fumaça de fundição reduziam a vida útil dos escravos mineradores para menos de 6 meses, nesta que era então, a maior mina subterrânea do mundo.

Os tesouros em moedas, barras e chapas de prata produzidas pela Casa Real de la Moneda de Potosi, eram carregados em caravanas de lhamas que desciam do altiplano andino para o porto de Lima, numa jornada de mais de 1.000 quilômetros. Os tesouros eram então transferidos para galeões que navegavam pelo Oceano Pacífico rumo ao norte, para o Panamá, onde eram novamente descarregados e postos no lombo de mulas para cruzar o país para o leste, seguindo o trajeto onde hoje existe o Canal do Panamá. Recolocados mais uma vez dentro de galeões, iniciavam uma longa e perigosa jornada pelo Mar do Caribe e o Oceano Atlântico em direção a Espanha, se os piratas e as condições climáticas assim o permitissem.

Uma nota real de 23 de setembro de 1642 estabelecia que a lei ou fineza da moeda de prata proveniente da América deveria ser de 11 dinheiros e 4 grãos, o que equivalia a 0,931 de prata pura. Isso deveria ser rigorosamente cumprido pelos Ensaiadores de todas as Casas Reais de Moedas do Novo Mundo e sua desobediência era considerado crime de lesa-majestade, sujeito a todo o peso da Lei espanhola vigente, o que não era pouca coisa.

Os registros oficiais começam em 12 de abril de 1644, quando o Ensaiador-mór do Reino, dom Andrés de Perera enviou um ofício ao Presidente do Conselho de Fazenda mostrando as fraudes e os transtornos causados pela falta de lei das moedas recentemente recebidas das Índias e solicitando a criação de uma comissão para, ?com toda urgência e segredo?, pôr um fim nessa situação. Em 7 de julho de 1648, a Casa de Contratação de Sevilha informou diretamente ao Rei sobre os ?embaraços ocasionados pela moeda (nas Índias), não querendo aceitá-las os comerciantes locais até que se realize o ensaio respectivo?. Dias depois, o Conselho de Fazenda do Reino de Aragão mostrou que ?faltavam até 3 Reales em cada peça de 8 Reales provenientes do pagamento do exército real na América?, o que fez Felipe IV decretar um ensaio geral nas moedas provenientes de Potosi. O Reino de Castela enviou reclamação similar datada de 5 de setembro de 1648. Evidentemente a moeda potosina havia chegado na metrópole com a frota da América e já estava circulando por toda a Europa, onde fora detectado pelos particulares (e confirmado pelos Ensaiadores Reais espanhóis) que continham falta superior a 25% em prata, o que ocasionava a recusa generalizada. Em resposta, Felipe IV designou o Dr. Francisco de Nestares Marin, pessoa de sua inteira confiança e com amplo conhecimento monetário, para que viajasse a Potosi com plenos poderes para investigar e solucionar a situação. Além disso, o Rei decidiu em 15 de janeiro de 1649, enviar ao Vice-Rei do Peru exemplares dos 8 Reales fraudados, que haviam sido examinadas em novembro de 1648 pelos Ensaiadores Reais Andrés de Perera e Pedro de Arce, para que tomasse as providências devidas.

Nestares Marin iniciou seus trabalhos em Potosi em fins de dezembro de 1648. Como resultado de suas investigações, destituiu e encarcerou o Corregedor-mór da cidade, don Juan Velarde Treviño, destituiu do cargo o então Tesoureiro-mór da Casa Real de Moeda local don Bartolomé Hernández e condenou a morte por crime de lesa-majestade os antigos Tesoureiros Francisco Ximénez de Cervantes e Miguel Ruiz, por cumplicidade na falsificação das moedas. Nestares Marin comprovou ainda que havia cumplicidade entre os funcionários da Casa Real de Moeda e os mercadores de prata da região, pelo qual o Prefeito de Potosi, Francisco Gómez de la Rocha e o Ensaiador Felipe Ramirez de Arellano (cujo monograma ?FR? aparece gravado em várias moedas) considerados como os que iniciaram a fraude, foram condenados à morte por garrote-vil em dezembro de 1649, sendo seus cadáveres posteriormente exibidos em praça pública para servir de exemplo à população do rigor com que a coroa espanhola tratava quem ousasse desobedecer as suas Leis. Em seguida, destituiu e julgou o Ensaiador Pedro Zambrano (cujo monograma, ?Z? também aparece em diversas moedas) condenando-o à morte, nomeando em seu lugar don Juan Rodríguez de Rodas, que viera da Espanha com Nestares Marin para assumir o cargo. Punidos os principais responsáveis pela fraude, passou-se então a tomar as medidas necessárias para tentar reverter o estrago causado.

Procurando resolver o problema da moeda potosina adulterada, Felipe IV emitiu em 22 de dezembro de 1650 uma nota real que dava autonomia para o Vice-Rei do Peru, o Marquês de Mancera, para que desvalorizasse a moeda potosina, melhorasse a lei das novas moedas e alterasse o desenho dos seus cunhos. Isso deu origem a um novo desenho das macuquinas que começaram a cunhar por volta de 1653, com o desenho que passou a ser conhecido como os COLUNÁRIOS. Mesmo assim, os Ensaiadores Rodas (identificação ?..?) e seu sucessor Antonio de Ergueta não conseguiram manter a lei e a fineza dos colunários iniciais cunhando-os com uma falha de 6% na prata. Novamente foram desvalorizadas no valor correspondente, ficando as peças de 8 Reales equivalentes a 7,5 Reales e as de 4 Reales em 3,75 Reales, sendo acrescentada uma coroa ao cunho para identificá-las com maior facilidade. Não foram encontrados registros do destino dado aos dois ensaiadores.

Como a população da metrópole não tinha uma forma rápida de saber exatamente qual era a moeda potosina problemática, as decisões tomadas pelos conselheiros do Rei acabaram criando dois problemas: de um lado, dificuldades para a circulação das moedas no uso diário (paralisação das atividades comerciais e do recolhimento dos impostos até que começassem a circular as moedas boas) e por outro lado, gerando grandes e acirradas discussões entre os Ensaiadores sobre qual procedimento seria utilizado para descobrir e separar as moedas adulteradas (e desvalorizadas) das moedas sãs. Na dúvida, a população começou a guardar em casa todas as suas moedas até que fosse divulgada uma solução definitiva. E, sem as moedas em circulação, com o comércio paralisado e sem o recolhimento dos impostos para pagamento das despesas do reino, surge o desabastecimento de produtos essenciais e a alta dos preços nos mercado, com a insatisfação e o descontentamento geral da população.

Acuado por todos os lados, Felipe IV foi obrigado a emitir uma decisão real datada de outubro de 1650, determinando ?que todos os Reales de 8 e de 4 do Peru, sem distinção alguma entre uns e outros, de agora em diante, valham os de 8 em 6 Reales e os de 4 em 3 Reales?. Houve uma correria sem precedente às Casas de Moedas e Fundições em todo o domínio espanhol, com a população levando todas as suas moedas para ensaio, fundição e recunhagem posterior, tentando reduzir suas perdas. Tanta era a insatisfação e a confusão que levou o Rei a emitir uma decisão real em 1651, onde não se cobrava mais taxa alguma para fundir e cunhar as novas moedas. As Casas Reais de Moedas e de Fundição espalhadas por todo o vasto domínio espanhol trabalharam no máximo de suas capacidades, ininterruptamente por mais de nove meses, para dar conta do trabalho. Mesmo assim, em junho de 1651 foi dada autorização para que alguns ricos comerciantes da Espanha enviassem para a Itália, suas barras de prata fundidas das moedas peruanas para que fossem cunhadas moedas por lá, em virtude da sobrecarga nas Casas de Moedas e de Fundição espanholas. Enquanto suas barras viajavam, foram autorizados a sacar diretamente dos cofres da reserva da Casa Real da Espanha, seus saldos em moedas de 8 Reales a uma cotação de 6 Reales, ?já que isso não poderia aumentar ainda mais, o descrédito da moeda espanhola?.

Com todos os problemas já descritos e com o descrédito da moeda espanhola, tanto nos domínios espanhóis como em todo o mundo, um caso teve grande repercussão e gerou enorme constrangimento e vergonha ao próprio Rei: foi dito que no final de outubro de 1650, a Rainha Dona Mariana ao pagar algum tipo de compra, usou várias moedas de 8 Reales potosinos, da baixa lei! Foi feita inclusive, uma consulta formal ao Conselho de Fazenda sobre uma forma legal de substituir as moedas da Rainha... O problema da moeda fraudada em Potosi atingiu proporção tão grande nos domínios espanhóis, que manchou até mesmo a reputação da família real!

No início de 1651, no auge da crise econômica causada pela moeda potosina de baixa qualidade, foi proposto pela primeira vez que, em vez de aguardar que toda a moeda em circulação fosse separada e a potosina recunhada dentro da lei voltasse a circular, que aceitassem o pagamento dos impostos com as moedas de 8 Reales cotadas em 6 Reales, proposta aceita pelo Conselho de Fazenda para assegurar em definitivo, tanto o desaparecimento de circulação de todas as moedas adulteradas como a retomada do recolhimento dos impostos para custear as despesas do reino, até então bancadas diretamente pelas reservas do Rei. Entre 1654 e 1657, ainda apareciam esporadicamente, pequenos lotes de moedas potosinas adulteradas, que ainda vagavam pelo mundo afora.

Contudo, somente por volta de 1657, foi considerado solucionado os enormes transtornos causados pelo ?Grande Escândalo?, gerado pela redução fraudulenta da lei ou fineza da prata nas moedas cunhadas na Casa Real de Moeda de Potosi. Isso não trouxe conseqüências sérias apenas para os funcionários e mercadores de prata que se uniram para cometer uma fraude, naquela cidade distante no altiplano andino. Todo o vasto domínio espanhol foi afetado, seja pela perda de valor da moeda, seja pelo enorme descrédito que a moeda espalhou por todo o mundo. Até mesmo a família real espanhola passou por situações embaraçosas. Num ensaio monetário realizado na Casa Real de Moeda de Madrid em 26 de setembro de 1650, dos 2.952 Reales em moedas potosinas apurou-se na verdade, 2.203 Reales em moeda legal, deduzindo-se que a lei ou fineza da prata das moedas cunhadas em Potosi era, pelo menos, 25,4% inferior ao que determinava a legislação vigente na época! Aplicando-se esse índice na produção gigantesca de moedas de prata potosina, durante os 8 anos em que se presumem que durou a fraude, o desfalque do ?Grande Escândalo de Potosi? alcançaria um montante maior que 10 milhões de Pesos em valores da época, uma cifra astronômica.

Nos dias de hoje, tendo em vista o esforço da coroa espanhola em retirar de circulação as moedas potosinas fraudadas, devolvê-las à circulação devidamente recunhadas dentro da lei e a tentativa de recuperar o prestígio que as peças de prata emitidas no Novo Mundo gozavam antes do Grande Escândalo, é extraordinariamente raro encontrar-se um exemplar das mesmas. Quem porventura as detiver, estará de posse de uma peça escassa.

Texto de autoria dos Numismatas - R.K. e J.G.A. ( publicado originalmente no Boletim da Sociedade Numismática Paranaense nª 32, em Setembro de 2007 - Páginas 15 a 21 ) .
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Lanzarote
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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Mar Mar 14, 2017 9:33 am

Bravísimo
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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Mar Mar 14, 2017 10:09 am

Magnífico artículo, Thomás Ribeiro. Muchas gracias.


Vinieron los sarracenos
y nos dieron buenos palos
porque Dios ayuda a los malos
cuando son más que los buenos.
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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Miér Mar 15, 2017 10:31 pm

Muy bonita y con mucha historia por dos motivos , una por su origen y otra por su significado dentro del tipo de modela en la transición tras el escandalo de la plata en potosí, el paso de escudo a columnas con olas.


«Fiat justitia et pereat mundus»
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Blas de Lezo
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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Miér Mar 15, 2017 10:36 pm

traducción de google:


¿Quién es numismático, aquellos que tienen un interés especial sobre la base de nuestra recunhos de 960 Reis, que tiene alrededor de 50 años de edad y goza de cine, debe recordar las películas memorables de los piratas, en su mayoría, filmado en el mar Caribe y sus alrededores. Y no es menos: por las flotas de galeones llenos de gente con decenas, tesoros del Nuevo Mundo dejaron Panamá por el Mar Caribe y cruzaron el Océano Atlántico hacia la Península Ibérica, a partir del cual la vuelta al mundo en cantidades asombrosas. Estas flotas millonarios fueron el blanco favorito de saqueo por parte de piratas, corsarios y bucaneros privadas o en el pago de las naciones rivales como Inglaterra, Francia, Holanda e incluso Portugal. Hasta hoy, el sueño de cualquier buceador sigue siendo encontrar un galeón hundido, con cofres llenos de monedas! Sin embargo, tanto el rey español Felipe II (1556-1598) y sus sucesores, Felipe III (1598-1621) y Felipe IV (1621-1665) vivió en guerra permanente contra las naciones enemigas y en deuda con las instituciones bancarias europeas y la población general! Las riquezas de las Américas acaba de pasar por las manos de los españoles, va a las arcas de los poderes bancarios europeos como Holanda, que mantuvo fuerte comercio con el Lejano Oriente, donde el llamado? Dólares Comercio?, Entraron en las manos de los comerciantes chinos. Sin embargo, en torno a 1640, estos comerciantes chinos comenzaron a rechazar las monedas de plata españolas, afirmando que eran con el peso y menos la ley de lo que valían. Evitar la pérdida de la aceptación mundial de su amada moneda, la corona española inició una desenfrenada en sus colonias en el Nuevo Mundo y se encontró años de fraude y abuso en la Real Casa de Moneda de Potosí, que ahora forma parte del territorio boliviano, que en ese momento pertenecían al dente Reino del Perú.

Perú y Potosí eran nombres que andaba en boca de todos los aventureros europeos, brillando sus mentes. Después de saquear el oro de los Incas en Perú y los aztecas en México, los españoles descubrieron por accidente en 1544, una montaña entera fabulosamente rica de plata en el altiplano de Bolivia: Cerro Rico de Potosí, una maravilla de la naturaleza y un milagro para los que ya sitiados arcas reales españolas! Situado en los Andes, 4824 metros sobre el nivel del mar, atrajo a más de 70.000 toneladas de plata por casi 400 años! En valores corrientes, más de dos mil millones y medio de dólares en plata! Aproximadamente 1 millón de indios y esclavos negros murieron en la extracción y el procesamiento durante los casi 300 años de dominio colonial español. vapor de mercurio y fundición de humo reducen la vida útil de los esclavos mineros a menos de 6 meses que esta era entonces la mina subterránea más en el mundo.

Los tesoros de monedas, barras y placas de plata producidas por la Real Casa de la Moneda en Potosí, se cargaron en llamas caravanas que venían de las tierras altas de los Andes hasta el puerto de Lima, un viaje de más de 1.000 kilómetros. Los tesoros fueron luego transferidos a los galeones que navegaban por el Océano Pacífico hacia el norte, a Panamá, donde fueron nuevamente descargadas y poner en mulas lomo de cruzar el país hacia el este, siguiendo el camino donde ahora hay el Canal de Panamá. Reemplazado de nuevo dentro de galeones, iniciaron un largo y peligroso viaje a través del Mar Caribe y el Océano Atlántico hacia España, si los piratas y las condiciones meteorológicas lo permitan.

Una nota verdadera del 23 de septiembre 1642 declaró que la ley o la finura de la moneda de plata americana deben ser 11 peniques y 4 granos, que ascendieron a 0.931 plata pura. Esto se debe hacer cumplir estrictamente por los probadores de todas las casas Monedas Real del Nuevo Mundo y la desobediencia fue considerado de lesa majestad, sujetos a todo el peso de la ley española actual, que era una verdadera hazaña.

Los registros oficiales comienzan el 12 de abril, 1644, cuando el probador-mor del reino, don Andrés Perera envió una carta al Presidente de la Hacienda mostrando el fraude y los trastornos causados ​​por la falta de ley de las monedas habían recibido recientemente de la India y solicita la creación de una comisión, 'con toda urgencia y el secreto?, poner fin a esta situación. El 7 de julio de 1648, Sevilla Casa de Contratación dependía directamente del rey por todas? Confusiones provocadas por una moneda (en la India), que no quieren aceptarlas comerciantes locales hasta que se dan cuenta de su prueba?. Días después, el Consejo de Finanzas del Reino de Aragón mostró que? Missing hasta 3 Reales en cada pieza de 8 reales del pago del ejército real en América?, Lo que hizo Felipe IV decretó una prueba general de las monedas de Potosí. El Reino de Castilla envió queja similar fecha 5 de septiembre de 1648. Por supuesto, la moneda potosina había llegado a la metrópoli con la flota de América y ya estaba circulando por toda Europa, donde fue detectado por parte potosinas manipuladas monedas, que todavía vagaban por todo el mundo.

Sin embargo, sólo alrededor de 1657, se consideró resuelto los enormes problemas causados ​​por? Escándalo grande?, Generada por la ley de reducción fraudulenta o finura de plata en las monedas acuñadas en la Casa Real de la Moneda de Potosí. Esto trajo graves consecuencias no sólo para los empleados y comerciantes de plata que se unieron para cometer fraude, en esa ciudad lejana en el altiplano andino. Todo el vasto dominio español se vio afectada, si la pérdida del valor del dinero, es el enorme descrédito la moneda se extendió por todo el mundo. Incluso la familia real española pasó por situaciones embarazosas. Una prueba monetaria en la Real Casa de la Moneda de Madrid el 26 de septiembre de 1650, de 2.952 Reales en potosinas monedas encontrado es en realidad 2.203 Reales en moneda de curso legal, mediante la deducción de la ley o la finura de monedas de plata acuñadas en Potosí era al menos un 25,4% inferior al determinado la legislación vigente en el momento! La aplicación de esta relación en los gigantescos monedas de la producción de plata potosina durante los ocho años en los que asumen que duró el fraude, malversación? Gran Escándalo Potosí? llegar a una cantidad superior a 10 millones de pesos en los valores de la época, una cifra astronómica.

Hoy en día, en vista de los esfuerzos de la corona española en retirar de la circulación las monedas potosinas fraudulentas, vuelven a recuñadas adecuadamente la circulación dentro de la ley y tratar de recuperar el prestigio de que las piezas de plata emitidos en el Nuevo Mundo tenían antes gran escándalo, es extraordinariamente raro encontrar a ti mismo una copia de la misma. Quien tal vez las bodegas, estará en posesión de un pedacito.


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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Miér Mar 15, 2017 11:17 pm

Bravísimo Bravísimo Bravísimo


Más vale morir con honra, que vivir deshonrado.
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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Miér Mar 15, 2017 11:31 pm

Magníficos: pieza y artículo. Saludos
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MensajeTema: Re: Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana   Miér Mar 22, 2017 12:14 am

Se me había pasado este pedazo de duro,

Con su historia a sus espaldas

A disfrutarla Bravísimo


"Desear no es querer. Se desea lo que se sabe que no dura. Se quiere lo que se sabe que es eterno"
-

Jean Jacques Rousseau
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Macuquina transicional 8 Reales 1652-E tipo IV, Del Naufragio de La Capitana
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